25.06.2009


Projmol assina serviço de Autoweb
Tecnologia permite trocar de arquivos com a General Mortos

Com o objetivo de se adequar às exigências da General Motors (GM), a Projmol assinou o serviço de Autoweb para troca de arquivos com o setor de Engenharia de Produto da empresa. A tecnologia permite o envio e recebimento de arquivos digitais da montadora através de sistema similar ao de um FTP. “Com o Autoweb, vamos agilizar muito o processo de troca de arquivos com a General Motors e garantir a confidencialidade das informações dos nossos clientes, fornecedores da GM”, explicou o diretor técnico da Projmol, Miguel Dominguez.

O sistema Autoweb permite, por exemplo, que o setor de Engenharia da General Motors responsável por qualquer alteração no desenho de um fornecedor envie esse arquivo diretamente para a Projmol. Antes, era necessário que o engenheiro da peça solicitasse a gravação de um CD para retirada posterior pela Projmol. Da mesma forma, agora a Projmol devolve o arquivo com as alterações na documentação imediatamente após a realização do trabalho solicitado. “É muito rápido e seguro”, frisou Dominguez.

Além de implantar o Autoweb, a Projmol também já está atendendo outra exigência da GM: o funcionamento da mais nova versão Unigraphics. Desde abril passado, o NX 5 está instalado nas máquinas da empresa,  assim como o aplicativo DCS correspondente. 

Em 25.06.2009

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Cátia Santana (DRT/Ba 1826)
Tel: (11) 2969-6066



16.02.2009


Brasil contribui para amenizar efeitos da crise

Gazeta Mercantil

Mesmo com a redução de vendas nos últimos três meses, nenhuma montadora instalada ou com operação no mercado brasileiro tem motivo para entrar em desespero. Muito pelo contrário. Todas ainda operam com margem de lucratividade, enquanto muitas de suas matrizes penam em várias regiões do globo.

A operação brasileira tem sido importante para amenizar as extremas dificuldades vivenciadas, por exemplo, pela General Motors e Ford, que registram seguidos recordes de prejuízos bilionários em seus balanços nos Estados Unidos. Enquanto as vendas caíram 14,1% no mundo, a Volkswagen registrou aumento de 1,4% em janeiro no Brasil.

Apesar da redução da produção, a Renault cresceu cerca de 60% em 2008, recuperando parte do mercado perdido em anos anteriores no País. A PSA Peugeot Citroën continua ampliando sua rede de revendas para cidades médias brasileiras, em plena crise financeira mundial.

No Brasil, os efeitos da crise não atingiram a Toyota e Honda, marcas que não recorrerem a novos períodos de férias coletivas. O Civic, carro caro para o padrão do consumidor brasileiro, passou a ser um dos cinco mais vendidos no mercado nacional.

Para alguns modelos já há ligeira fila de espera, pelo descompasso da produção em razão do período prolongado de férias coletivas. Com a melhora de mercado, algumas paralisações já começam a ser revistas - caso da General Motors em Gravataí.

Para analistas de mercado, o rápido ajuste da produção à demanda quando a crise mostrou seus dentes, em setembro, ocorreu não só porque as filiais precisam sempre operar como unidades independentes e equilibradas. É que com o cenário de crise global qualquer escorregão que representasse perdas financeiras, não teria o socorro das matrizes, preocupadas com seus próprios problemas.

Ajuste para o lucro

Antes que contaminassem seus balanços, rapidamente os fabricantes locais convocaram férias coletivas para baixar os estoques. De 350 mil unidades em dezembro (que representavam na época 50 dias de vendas) os pátios baixaram agora para 200 mil, equivalentes a 30 dias da nova cadência de comercialização. "Carro que fica na prateleira é prejuízo certo", afirmou em dezembro o vice-presidente da General Motors, José Carlos Pinheiro Neto.

No atual cenário, o equilíbrio e o lucro são essenciais. "Não tenham dúvida que a General Motors está neste País para ter uma operação saudável e ganhar dinheiro", afirmou o presidente da General Motors no Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, duas semanas atrás ao inaugurar nova área de testes na pista de Indaiatuba (SP).

Com os números de janeiro consolidados, Ardila suspirava aliviado por saber que o mercado e a própria GM davam sinais de recuperação - o share da montadora, que chegou a 17% em dezembro, havia retomado aos normais 20%.

A perda de mercado da GM brasileira em dezembro foi reflexo dos distúrbios vivenciados pela matriz de Detroit. A subsidiária não teve cacife para financiar vendas a frotistas. Com isso, perdeu 3 pontos percentuais para concorrentes capitalizados..

"Nesta crise, operação que não for rentável sofre cortes dramáticos, com redução da produção e dispensa de milhares de trabalhadores", afirmou José Roberto Ferro, presidente do Lean Institute Brasil. "Ainda não vimos no Brasil a avalanche de cortes anunciadas em outros países", disse.

De fato, pelos números da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), mesmo com toda a crise, foram cortados até agora 1.759 empregos dos 110.738 gerados diretamente nas montadoras.

Foi importante para manter um quadro menos preocupante no Brasil a reação comandada pelo governo federal em disponibilizar crédito e baixar o IPI.

No mercado brasileiro em janeiro as vendas cresceram 1,5% em relação a dezembro. Mas, mais importante que isso foi a subida da média diária de vendas de 8,9 mil unidades, em dezembro, para 9,4 mil em janeiro, A projeção é fechar este mês com 9,8 mil veículos/dia. A produção diária deve fechar fevereiro com 10,8 mil unidades, de acordo com dados fornecidos pela Anfavea.

Ponto de equilíbrio

Para o consultor André Beer, que foi vice-presidente da General Motors e presidente da Anfavea, 10 mil unidades por dia é o ponto de equilíbrio do mercado brasileiro, garantindo rentabilidade para as montadoras. Este percentual representa cerca de 2,4 milhões unidades por ano - o mesmo mercado de 2007, ano em que a indústria conseguiu ultrapassar a marca de 1,9 milhão de unidades atingida uma década antes.

É claro que para a operação ser completa, a indústria precisaria garantir pelo menos a produção de 3 milhões de veículos - o excedente entre 600 e 700 milhões de unidades teria de ser exportado.

Desafio é exportar

Este é o grande desafio do momento, dado que em janeiro a Anfavea registrou acentuado declínio de 60,5% nas vendas externas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus sobre o mesmo período de 2008.

Os mais de 40 mercados para os quais o País exporta entraram em crise, dificultando uma retomada plena da indústria brasileira. "Este é o grande problema agora: saber em quanto tempo nossos parceiros, entre os principais Argentina e México, vão retomar seus mercados", afirmou o presidente da Anfavea, Jackson Schneider.

Além de incentivos do governo para a exportação, como redução de impostos, tanto Beer quanto Schneider também defendem uma ação do governo para melhorar a venda de usados.

Para manter o mercado daqui para frente, analistas concordam que a questão do IPI é fundamental. Por enquanto, os dirigentes da indústria evitam tocar no assunto. "Temos dois meses pela frente, não é hora de pensar nisso por enquanto" afirmou Jackson Schneider.

IPI em pílulas

O analista da indústria e integrante da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE), Francisco Satkunas, propõe uma retomada gradual da cobrança do IPI, a partir de março - um ponto ou dois pontos percentuais por mês. "O governo conseguiria uma aterrissagem suave com esta medida", acredita.

"Além de sentir o termômetro do mercado, não provocaria uma corrida às revendas às vésperas de extinguir o desconto do IPI", acentua Satkunas.

Fonte: Gazeta Mercantil (Wagner Oliveira)



27.11.2008


Como setor de autopeças contorna a crise mundial

Gazeta Mercantil

Enquanto aguarda uma posição mais firme da indústria automobilística sobre a quantidade de veículos que será fabricada no primeiro bimestre de 2009, as fabricantes de autopeças já estão tomando providências para evitar aumento de peças em estoque e até mesmo demitir seus funcionários.

A Dura Automotive - que abastece as montadoras com sistemas de seleção e engate de marchas, alavancas de freio de estacionamento, pedais, janelas, macacos, cabos de comando, dobradiças de capô e porta malas, produtos de aço estampado e injetados plásticos - está antecipando as férias coletivas, utilizando os créditos do banco de horas para dar folga aos empregados, reduzindo os gastos com energia elétrica, água, telefone e comprando somente a quantidade necessária de materiais produtivos. "Estamos tentando reduzir as despesas e mantendo o quadro de funcionários porque acreditamos que é essa crise é passageira. Não queremos desmontar uma equipe que já está treinada, pois se o mercado automotivo reagir teremos condições de atender rapidamente a demanda", disse o presidente da empresa, Mario Butino.

A estimativa do presidente da Dura é que o primeiro trimestre de 2009 comece com volume baixo de produção, igual ao mês de novembro. "A partir de abril, quando terá passado o impacto da crise, a insegurança de perder o emprego e o dinheiro ter chegado ao consumidor, o mercado automotivo começará reagir", acredita Butino.

Com a produção da sua fábrica de Rio Grande da Serra (SP), bastante reduzida em razão dos seus principais clientes estarem em férias coletivas, a Dura aproveita a baixa produção para colocar em ordem as férias dos seus 1.100 empregados. "Agora é hora de trabalhar, rever os conceitos, controlar os gastos e preparar a empresa para voltar ao ritmo normal de produção. Estamos fazendo um estoque mínimo de um ou dois dias para garantir a entrega de material quando as férias coletivas das montadoras terminarem", comentou Butino.

A Eletromecânica Dyna, fabricante brasileira que produz limpadores de pára-brisa, também está preparada para uma retomada do mercado automotivo. "Não estou reduzindo substancialmente os estoques, apenas diminuindo os volumes conforme os programas das montadoras", disse o diretor comercial da empresa, Celso Liberal.

Para manter o emprego no momento de retração nas vendas de veículos, a Dyna está transferindo parte da sua produção que era destinada às montadoras no Brasil para o mercado de aftermarket na Europa. De 52% da produção que ficava no Brasil o volume caiu para 40%. Já as exportações, que representavam 18%, aumentaram para 30%. "Como a crise está sendo amplamente Pulgada, espontaneamente os funcionários estão colaborando para ajudar a empresa a reduzir custos e assim evitar demissões", comentou o diretor da Dyna.

A TMD Friction, que fabrica lonas de freios, já havia eliminado as horas extras na sua fábrica de Indaiatuba (SP) com a melhoria na produtividade e, agora, está gerenciando os custos e os inventários para implantar plano de ação quando for necessário. "Temos feito revisão nas demandas e não alteramos plano de produção", disse o diretor presidente Feres Macul Neto.

Mesmo com as vendas de veículos reduzidas no País, a TMD mantém a produção na linha que abastece o mercado de reposição.

Para equilibrar os negócios da companhia globalmente a matriz na Alemanha da TMD decidiu transferir para o México a produção do Brasil que atendia os EUA. Em contrapartida, ampliou o contrato de exportação da unidade brasileira para a Europa. Ao mercado de reposição a empresa envia lonas para caminhões.

Assim como a SKF, que faz rolamentos, e a TRW, que produz sistemas de direção, suspensão, cinto de segurança, a Elring Klinger também está realocando a equipe internamente para evitar demissões. "Reduzimos turnos, cortamos gastos extraordinários, mas vamos segurar a mão-de-obra para evitar custos com demissão", disse Luiz Alberto Timm Mirara, gerente comercial da Elring Klinger

Fonte: (Gazeta Mercantil/Sonia Moraes)

Em 27/11/2008

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14.11.2008


Semana Global de Empreendedorismo mobiliza Brasil e mais 60 países

Começa nesta segunda feita, dia 17, a Semana Global do Empreendedorismo. O evento integra a campanha nacional Bota pra Fazer, que acontece durante o ano todo e tem como objetivo despertar a atitude empreendedora que existe em cada pessoa. O Movimento reúne Persas atividades relacionadas a empreendedorismo, idéias, criatividade, negócios, entre outros temas. A Semana acontece entre os dias 17 e 23 de novembro no Brasil e em mais de 60 países simultaneamente.

A idéia surgiu na Inglaterra, em 2004, quando o Ministro da Fazenda, Gordon Brown, sentiu a necessidade de estimular o espírito empreendedor, a inovação e a criatividade no país.

Assim, foi criada a Semana do Empreendedorismo, em que foram desenvolvidas diferentes atividades que inspirassem as pessoas a estimularem mais a atitude, a serem protagonistas de suas histórias e colocarem suas idéias em prática.

Em 2007, os EUA entraram para o grupo e os resultados foram surpreendentes, com direito até a oficializar a Semana em alguns Estados. Devido aos excelentes resultados, ambos os países decidiram globalizar a Semana e, atualmente, mais de 50 países fazem parte deste Movimento, todos unidos em prol do empreendedorismo.

“Este é um projeto de muita importância porque estimula pessoas, empresas e organizações a transformar teoria em prática”, comentou o diretor geral da Projmol, Miguel Dominguez.

Mais informações através do site www.semanaglobal.org.br

Em 14/11/2008

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30.07.2008


Projmol desenvolve novo teto para caminhão da International

A equipe da Projmol Projetos e Consultoria Ltda. está desenvolvendo o design do novo teto alto do caminhão International 9800i, da Navistar International.  A empresa formou uma joint venture com a Di Francesco Consultoria para criar a solução de engenharia. O trabalho consiste na concepção e desenvolvimento de um teto com altura maior, capaz de permitir a introdução de um segundo beliche no veículo e a exportação da cabine dentro de um container padronizado da International.

Além do conceito do novo teto, o projeto inclui o desenvolvimento de uma série de componentes, como reforços e painéis, afetados pela mudança na cabine. “Temos que alterar e ao mesmo tempo preservar ao máximo as características estruturais do caminhão para que não haja grandes alterações nos processos de fabricação de peças e montagem”, informou o diretor geral da Projmol, Miguel Dominguez.

No total, as modificações envolvem cerca de 80 peças do veículo. Com o teto novo e a introdução da segunda cama no caminhão International 9800i, foi preciso mudar o design de peças relacionadas ao ar-condicionado, acabamento inferior e isolação acústica, entre outras. “Com o teto maior, tivemos que alterar até a altura da cortina que separa a cabine das camas, por exemplo”, ilustra o engenheiro Osmar Di Francesco, sócio-diretor da Di Francesco Consultoria.

O trabalho está sendo coordenado pelas equipes de Engenharia da International no Rio Grande do Sul e em Fort Wayne, nos Estados Unidos.  O trabalho de detalhamento dos desenhos acaba de ser concluído.

Em seguida, começa o processo de fabricação das peças, que também será acompanhado pela Projmol – Di Francesco. “A idéia é dar todo suporte aos fornecedores quanto à adaptabilidade das novas peças à linha de produção”, explicou Miguel Dominguez.

O caminhão International 9800i com o teto alto modificado será montado em Caxias do Sul, na fábrica da Agrale, que mantém uma parceria com a International para montagem dos caminhões médios e pesados da montadora americana. Os veículos serão exportados para a África, Rússia e Nova Zelândia.

A Projmol já desenvolveu um projeto para a Navistar International através de outra parceria com o engenheiro Osmar Di Francesco, sócio-diretor da Di Francesco Consultoria. Em 2005, foram criadas as estruturas necessárias para a introdução da direção inglesa no caminhão International 9800i. As mudanças provocadas pela colocação do volante no lado direito incluíram novos assoalho, refrigeração de motor, painel e console. “Com o know how que adquirimos com o Projeto Refresh do International 9800i, decidimos formar uma joint venture para atuar no Projeto Midroof”, explicou Di Francesco.

A Di Francesco Consultoria foi criada em 1998 com o objetivo de prestar consultoria no desenvolvimento de projetos na área automotiva. De propriedade do engenheiro Osmar Di Francesco, a companhia já desenvolveu trabalhos como os Facelifts dos caminhões modelo Cargo da Ford e 9800i da International. Di Francesco trabalhou durante 40 anos no mercado automobilístico, em empresas como Ford e Autolatina Brasil.

Em 30/07/2008

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20.06.2008


Nova versão do NX aprimora desenvolvimento de produtos

Um software ainda mais ágil, com inovações em flexibilidade, força, coordenação e produtividade. Essa foi a impressão geral causada pela apresentação do NX 6, a nova versão do software de CAD/CAM/CAE desenvolvido pela Siemens PLM (link). O road show de lançamentos do NX 6 (Unigraphics)  e  do Solid Edge Synchronous Technology foi realizado ontem (19) em São Paulo. O evento reuniu usuários, donos de empresa, jornalistas, estudantes de engenharia e o staff da Siemens no Brasil, entre outros.

Um das grandes novidades do NX 6 e do Solid Edge é a tecnologia Synchronous Technology, que combina a velocidade e flexibilidade da modelagem com o controle   de um sistema baseado em histórico. “Este é um avanço muito importante porque possibilita a edição direta na criação dos modelos, o que vai tornar o processo muito mais rápido”, constatou o diretor geral da Projmol, Miguel Dominguez. Ele também destacou a mudança na interface do Unigraphics como uma melhoria do software. Na versão 6, o NX oferece modo de tela cheia para melhor apresentação dos elementos gráficos e pop-ups customizáveis para agilizar a interação com o usuário.

De acordo com a Siemens, o NX 6 suporta um novo fluxo de trabalho chamado “scrapbook modeling”, o qual permite que o usuário recorte, copie e cole seções de um modelo “para melhor aproveitamento da geometria. A versão atualizada do software estará no mercado dentro de dois meses.

Um novo encontro da comunidade de Unigraphics em São Paulo está marcado para o próximo mês de outubro, quando será realizado o tradicional Encontro de Usuários de NX promovido pela Siemens.

A Siemens PLM Software é a unidade de negócios da Pisão de Automação Industrial da Siemens. A empresa é líder no fornecimento global de software e de serviços de gerenciamento do ciclo de vida de Produtos (PLM) com 5,5 milhões de postos de trabalhos e 51 mil clientes em todo o mundo.

Em 20/06/2008

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11.06.2008


Projmol participa de lançamento de nova versão do NX

A Projmol vai participar do road show de lançamentos do NX 6 (Unigraphics) e  do Solid Edge ST. O evento será realizado no próximo dia 19 de junho, às 18h, no Novotel Center Norte, localizado na avenida Zaki Narchi, 500.

“Este é um encontro tradicional e muito importante, quando são apresentadas as novas soluções dos softwares que auxiliam cada vez mais a realização dos nossos trabalhos”, afirmou o diretor geral da Projmol, Miguel Dominguez.

Cliente da Siemens PLM há 10 anos, a Projmol utiliza o Unigraphics desde a versão 11, antes da alteração do nome do software para NX. A equipe de projetistas da empresa estará no local pra conhecer as novidades.

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